quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
fartura
Visitando d. Flávia e s. Sávio fomos recebidos com café, cerveja e catanhas carameladas, elém de suco. Recepção impecável.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Mais sobre a vida (ou sobre o trabalho, sei lá)
Eu já estive pensando muito a respeito do que nos leva a viver nossas vidas. Tenho certeza que essa coisa da valorização do trabalho é uma imposição cultural, eu, por exemplo, me sinto mal quando estou "à toa", apesar de desejar poder viver sem trabalhar. É muito contraditório isso.
Sobre essa coisa do trabalho tenho uma melhor.
Há muito tempo atrás, trabalhei como bolsista em um projeto de avaliação de cursos universitários. Um dos pontos do estudo era a evasão escolar e uma coisa ficou na minha cabeça: a grande maioria dos que abandonam os cursos de graduação é de homens.
Serão os representantes do sexo masculino mais preguiçosos, ou relaxados, ou displicentes? Minha profunda análise (olha o poço artesiano de novo) demonstrou que existe uma relação intrínseca com a valorização social do trabalho, e demonstrarei-a a seguir:
- homens são socialmente determinados a serem arrimo de família (se você não sabe o que é arrimo visite pai google )
- uma mulher, de uns 23 anos, que vive na casa dos pais e tem como principal atividade a frequência num curso universitário é socialmente aceitável
- um sujeito que viva com os pais e tenha 23 anos, se não estiver exercendo atividade remunerada é tido como um vagabundo
Sei que não é impossível levar a cabo a conclusão de um curso de graduação enquanto se exerce atividade remunerada, existe uma penca de exemplos demonstrando isso, mas sei também que nas entrevistas com aqueles que abandonaram o curso a impossibilidade de conciliar trabalho e estudos foi citada como fator determinante para a evasão.
Isso envolve, é claro, fatores específicos das universidades públicas (onde ocorria o estudo) como horários inflexíveis, grades curriculares coincidentes que privilegiam o interesse dos professores e funcionários e não dos alunos, mas isso é assunto para uma outra hora. As diferenças de tratamento entre homens e mulheres também merecem um post só pra elas.
Minha intenção, agora, é apenas discutir como valorizamos o trabalho, muitas vezes o supervalorizamos, ao meu ver.
Afinal, tem coisa muito mais interessante pra fazer na vida.
domingo, 24 de janeiro de 2010
o sentido da vida
Esperando no aeroporto pelo transporte até o hotel D. Giulia me revelou o sentido da vida, quiçá do universo:
"A vida é feita de esperar."
Mais profundo que poço artesiano, né não?
sábado, 23 de janeiro de 2010
remoendo o aspecto desreipeitoso do atendimento
Sei que já postei sobre isso, mas continuo indignado e não vou me conformar com a atendimento dispensado àquele que deveria ser tratado com cortesia máxima: o consumidor.
Todos somos consumidores ( no aspecto econômico do termo) de serviços públicos, de bens essenciais, de bens supérfluos, de serviços de diversão e tantos outros itens. Algumas vezes nem percebemos essa posição, por exemplo, quando buscamos atendimento em uma repartição pública. O fato é que estamos buscando algo pago com nosso dinheiro, recebido pelo nosso esforço e trabalho, e somos tratados como pedintes.
Os transportes coletivos são duplamente revoltantes, são concessões de um serviço que é de obrigação do Estado e remunerado por usuários que são tratados como gado. Quem precisa fazer uso de qualquer transporte coletivo, aqui no Rio de Janeiro, conhece o desrespeito com que o usuário é tratado, nem o metrô que já foi uma ilha de excelência está à salvo da superlotação, que me parece ser o problema mais grave e comum à todos os meios de transporte coletivos. O mínimo de conforto é visto como um luxo desnecessário e o consumidor recebe a alcunha de usuário, que mais parece um eufemismo para vítima. Quem pode foge da utilização dos meios de transporte mais racionais para aglomerados populacionais como o nosso optando por automóveis ou motos, o que acaba agravando outro problema: o trânsito e seus engarrafamentos.
Na iniciativa privada não é diferente. Outro dia postei sobre a fila do banco. Pois bem, voltei ao banco para sacar um cheque e fiquei UMA HORA E TRÊS MINUTOS na fila (marquei o tempo pelo tíquete do estacionamento). E no caso dos bancos acho que o próprio sindicato dos bancários é meio confuso, no tenho todas as informações mas é o que parece. Senão, vejamos: o horário de atendimento das agências não deveria ser ampliado? O tempo máximo para atendimento já é regulado por lei em alguns lugares, mas a lei não é cumprida, o sindicato não deveria agir nesses casos? Ora, melhorar o atendimento ao cliente dos bancos passa pelo aumento das vagas de trabalho para caixas, atendentes e etc., ou não?
Acabo de voltar de uma caminhada, aproveitei para passar numa loja de departamentos para comprar caixas para CDs e DVDs. Peguei as caixas na prateleira e me dirigi ao caixa, onde, para variar, existia uma fila. Cansei de esperar, voltei para as prateleiras, recoloquei as caixas e fui embora. As outras pessoas continuaram na fila, aguardando para engordar o caixa da loja e o bolso dos acionistas.
Também pretendia comprar um resma de papel para a impressora aqui de casa (R$ 16,90 na loja de departamentos). Só que dessa vez eu entrei na papelaria que existe aqui em baixo do prédio e depois de pedir à balconista, que me trouxe a resma numa sacola, paguei R$ 16,00 sem fila, e sem estresse.
Quando se tem alternativa é possível optar, e quando não se pode fugir? A energia elétrica vem sempre da mesma concessionária (a não ser que você mude de estado ou região), os serviços públicos são prestados sempre pelas mesmas repartições (você não pode escolher tirar um alvará em uma prefeitura que não seja a do município do endereço do estabelecimento interessado), nesses e noutros serviços não há alternativa. Só nos resta acatar?
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
esperando
Vou fazer uma pequena partcipação num programa de tv ao vivo, daqui a pouco. Estou aguardando em um camarim vazio. Só dormi durante 4 horas essa noite, o voo para São Paulo demorou umas 3 horas.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Linux OEM
Sou usuário do sistema operacional Linux já há alguns anos. Sou fã do Ubuntu e seus sabores, especialmente do Kubuntu, e fico me perguntando: por quê as distribuições que vem pré-instaladas nos computadores vendidos no Brasil são tão capengas?
Minha mãe comprou, já faz tempo, um computador que veio com uma distribuição impossível de atualizar. Minha sogra comprou um computador com a distribuição Linux mantida palo fabricante da máquina e que não tinha suporte, além de não funcionar, teve que ir a justiça para receber o dinheiro de volta.
Uma vez liguei para uma central de atendimento de uma dessas distribuições, só para fazer um teste, e pedi ajuda para instalar um programa (IE4LINUX) e o atendente me sugeriu que desistisse, a tarefa seria por demais complicada. Visite o site do programa e veja o que você acha.
Eu acabo entendendo as pessoas que acham que o Linux é um sistema operacional de seguna linha, com esse tipo de experiência não tem como pensar diferente. Mas quero deixar claro que o linux é um excelente SO. O software livre, mais que uma tendência, é uma relidade e está presente em aplicações de missão crítica em empresas de todo o mundo.
Desculpem a falta de links, estou postando do celular na sala de espera da minha analista, mas tendo interesse em saber mais sobre ubuntu, kubuntu, IES4LINUX, software livre ou LINUX basta uma passada no nosso oráculo: o pai google de oxossi.
P.S.: Instalei o kubuntu para minha mãe e ela o usa até hoje, sempre a versão atualizada dos pacotes.
[ATUALIZADO]
Seguem os links, não coloquei no meio de texto para não ferir a pureza (?) do post.
Pai google ;
www.kubuntu.org ;
www.ubuntu.com ;
IEs4Linux ;
O que é o Linux? do ótimo www.vivaolinux.com.br ;
Minha mãe comprou, já faz tempo, um computador que veio com uma distribuição impossível de atualizar. Minha sogra comprou um computador com a distribuição Linux mantida palo fabricante da máquina e que não tinha suporte, além de não funcionar, teve que ir a justiça para receber o dinheiro de volta.
Uma vez liguei para uma central de atendimento de uma dessas distribuições, só para fazer um teste, e pedi ajuda para instalar um programa (IE4LINUX) e o atendente me sugeriu que desistisse, a tarefa seria por demais complicada. Visite o site do programa e veja o que você acha.
Eu acabo entendendo as pessoas que acham que o Linux é um sistema operacional de seguna linha, com esse tipo de experiência não tem como pensar diferente. Mas quero deixar claro que o linux é um excelente SO. O software livre, mais que uma tendência, é uma relidade e está presente em aplicações de missão crítica em empresas de todo o mundo.
Desculpem a falta de links, estou postando do celular na sala de espera da minha analista, mas tendo interesse em saber mais sobre ubuntu, kubuntu, IES4LINUX, software livre ou LINUX basta uma passada no nosso oráculo: o pai google de oxossi.
P.S.: Instalei o kubuntu para minha mãe e ela o usa até hoje, sempre a versão atualizada dos pacotes.
[ATUALIZADO]
Seguem os links, não coloquei no meio de texto para não ferir a pureza (?) do post.
Pai google ;
www.kubuntu.org ;
www.ubuntu.com ;
IEs4Linux ;
O que é o Linux? do ótimo www.vivaolinux.com.br ;
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
adaptação
Certas pessoas convivem com situações que seriam, no mínimo, desconfortáveis para outros seres humanos. Há algum tempo me deparei com uma matéria sobre os mergulhadores de esgoto da Cidade do México e me lembrei das funções destinadas aos dallits na Índia.
Imagine os profissionais que trabalham em cemitérios, necrotérios e congêneres (ou mesmo o pessoal da área médica) e pense no que eles enfrentam.
Me deparei com esse carro Vislumbrei esse veículo na ponte Rio-Niterói e fiquei tentando adivinhar a profissão do condutor.
Imagine os profissionais que trabalham em cemitérios, necrotérios e congêneres (ou mesmo o pessoal da área médica) e pense no que eles enfrentam.
Ou será que esses acompanhantes não mantém relação com o trabalho do motorista ?
comentários
Depois de uma sugestão recebida (é verdade que meio veemente), os comentários não tem mais moderação.
sábado, 16 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
cliente ou pedinte
Estou numa fila descomunal do banco e comecei a refletir, por falta do que fazer, na qualidade do atendimento ao cliente.
Em bancos, supermercados e lojas de auto-serviço somos obrigados a enfrentar filas como se o fornecedor não precisasse do nosso dinheiro e estivesse nos fazendo um favor.
Já vai o tempo das compras empacotadas por funcionários do supermercado. O auto-serviço é do início ao fim.
Será que ninguém se incomoda com isso, com a degradação da qualidade dos serviços?
Eu sei que a redução dos custos obrigou a reformulação de um bocado de processos, a competição é grande e tudo mais, mas está ficando inaceitável!
Ou só eu que acho isso?
Em bancos, supermercados e lojas de auto-serviço somos obrigados a enfrentar filas como se o fornecedor não precisasse do nosso dinheiro e estivesse nos fazendo um favor.
Já vai o tempo das compras empacotadas por funcionários do supermercado. O auto-serviço é do início ao fim.
Será que ninguém se incomoda com isso, com a degradação da qualidade dos serviços?
Eu sei que a redução dos custos obrigou a reformulação de um bocado de processos, a competição é grande e tudo mais, mas está ficando inaceitável!
Ou só eu que acho isso?
sábado, 9 de janeiro de 2010
viagem para o casamento de D. Flávia e Seu Sávio
Foi tudo postado do celular, as datas os horários das postagens não mantém relação com o horário dos acontecimentos, mas a viagem começou às 5:19 da manhã.
dedicação
Ainda no estacionamento, encontrei o Bernardo com a calopsita que ele não quiz deixar sozinha em casa.
retoques
Quando paramos o carro, depois de mais de 3 horas de viagem, vesti uma camisa limpa (Môa tinha se trocado na estrada mesmo) e finalizamos os preparativos de nossas figuras ainda no estacionamento.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Resoluções de ano novo!
Pronto! Depois de um longo e tenebroso inverno (cheio de lugares comuns), decidi voltar a escrever no blog. Apesar de ser uma resolução de ano novo espero que seja duradoura. Estou meio decepcionado com a câmera do meu E61i, mas vou tentar postar umas fotos das minhas andanças pela cidade. No mais, sem mais.
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